A Beemo começou em 2021 como projeto paralelo entre três amigos — um media buyer, uma designer e um engenheiro — cansados de ver marcas presas entre ‘agência’ e ‘contratar interno’. Quatro anos depois, somos 27 pessoas fazendo o trabalho que a gente não achava em outro lugar.
Não fazemos pitch. Não trabalhamos por especulação. Escrevemos o que pensamos, entregamos em cadência e medimos contra números que tocam a receita. Sem graça, de propósito.
Não são valores, não são vibes. Regras operacionais que a gente não quebra.
Estratégia. Diagnósticos. Planos de sprint. Notas de reunião. Se não está escrito, não aconteceu. O custo é real; o composto é maior.
Toda semana, algo real sai pela porta. Uma campanha no ar, uma feature lançada, um vídeo no feed. Movimento visível semanal é o contrato.
Engajamento e impressões são diagnóstico. Receita, LTV e pipeline qualificado são o teste. Somos alérgicos a métrica de vaidade.
Pessoas que seguram um briefing, escrevem um doc, leem um P&L e entregam o trabalho. T-shaped, não I-shaped.
Para clientes que não querem ser medidos. Para trabalho fora das 5 práticas. Para mensagem no Slack às 23h. Uma agência é o que ela se recusa a fazer.
Sem subcontratação. Sem freelancer disfarçado. Os nomes abaixo são os que você verá nas reuniões.
Como cliente ou como time. As duas portas estão abertas.